Lâmpadas de LED podem proteger pessoas do mosquito da Dengue e da Malária

June 10, 2016

As Lâmpadas de LED têm sido sempre uma das maiores estrelas da tecnologia limpa por causa do seu potencial de economia de energia. Se cada lâmpada incandescente e fluorescente compacta ao redor do mundo fosse trocada por um LED, a economia de energia, de custos e os cortes de emissões nocivas seriam substanciais. Estas lâmpadas também podem ajudar a prevenir a propagação de diversas doenças mortais, como a malária.

 

A malária ainda é uma das principais causas de morte na África e em outras áreas, com 655.000 mortes por ano pelo vírus transmitido por mosquitos. Estes insetos também transmitem outras doenças como a Dengue, a doença do Nilo Ocidental, o Zika e muito mais.

 

 

 

Enquanto os pesquisadores buscam vacinas e formas de evitar estas doenças, existem outras alternativas:

Uma equipe de pesquisadores vem procurando maneiras de repelir os insetos e reduzir a propagação destas doenças através de experimentos que estudam como diferentes tons de luz afetam o comportamento do mosquito. Trabalhando em conjunto com cientistas da Philips na Holanda, pesquisadores da Universidade da Califórnia descobriram que as lâmpadas LED que emitiam menos luz ultra-violeta e menos comprimentos de onda na região do azul atraíram muito menos insetos que aquelas que emitiram a luz azul mais tradicional.

"A Pesquisa fornece a prova de conceito de que as lâmpadas LED podem ser personalizadas para evitar áreas específicas do espectro que poderia ter conseqüências ambientais adversas, enquanto continuam fornecendo luz para uso interno", disse o autor da pesquisa Travis Longcore, professor da Universidade da Califórnia. "Em lugares no mundo onde janelas de vidro e telas são comuns, reduzir a atração de insetos em direção a luzes interiores é um grande negócio."

O estudo comparou as reações de insetos frente a estas novas lâmpadas de LED com as lâmpadas tradicionais (com comprimentos de onda na região do azul), lâmpadas fluorescente compacta e um controle sem lâmpada. As lâmpadas de LED novas que não emitem no comprimento de onda do azul atraíram 20% a menos do que as outras lâmpadas, o que é uma grande diferença, embora essas lâmpadas tenham emitido, na verdade, uma luz mais intensa.

 

 

 

A distribuição destas lâmpadas em áreas onde doenças transmitidas por mosquitos são comuns poderia ajudar as pessoas a ter iluminação á noite sem o risco de atrair mais insetos.

Estas lâmpadas podem ser benéficas para todos, pois cientistas continuam obtendo mais e mais provas de que as luzes azuis dos nossos computadores e smartphones estão cada vez mais nos prejudicando durante a noite, não apenas nos impedindo de dormir bem, mas devido a aumentos no número de casos de câncer, obesidade e diabetes.

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